Feira do Guará recebe no Dia Internacional da Mulher ação de Programa da PMDF para sua proteção

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Conhecimento salva vidas. Com este objetivo, policiais militares do 4º BPM do Guará, realizam panfletam de orientações junto aos consumidores e feirantes da Feira do Guará, local de grande concentração de pessoas, neste 8 de março- Dia Internacional da Mulher.

A grande maioria das mulheres não sabe que existe um programa, da PMDF, com o objetivo de orientar e dar suporte social e psicológico, às mulheres vítimas de violência. No Guará, atualmente, são 31 pessoas assistidas pelo programa. O PROVID – Policiamento de Prevenção Orientado à Violência Doméstica e Familiar presta assitência tanto às mulheres, homens, crianças e idosos. Vão até à residência da pessoa mediante agendamento e entram nos núcleos familiares em contexto de violência doméstica, atendendo às vítimas e aos agressores, trabalhando de forma articulada com os demais órgãos que compõem a rede de apoio e enfrentamento à violência doméstica e familiar.

A violência contra os idosos faz parte da vigilância do Provid

Como acionar: No Guará, os telefones de atendimento do 4º BPM são: 31900452 e 999612930,E-mail: 4bpm.provid@pm.df.gov.br, onde qualquer pessoa pode solicitar ajuda do Provid. O programa foi criado para ser um anteparo à violência doméstica que chega ao feminicídio. Uma visita regular da PMDF às residências pode, em muito, seus efeitos no agressor, quando a mulher não tem possibilidade de separação. “Sua casa deve ser seu lugar de segurança, e não de medo”, esclarece o folder que será distribuído na Feira do Guará.

Números Alarmantes:

De 2015 até 2023, foram vítimas de feminicídio no Brasil 10,6 mil mulheres, segundo levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). No ano passado, foram mortas 1,4 mil mulheres, de acordo com a pesquisa.

O feminicídio é uma qualificação do crime de homicídio doloso, quando há a intenção de matar. É o assassinato decorrente de violência contra a mulher, em razão da condição do sexo ou quando demonstrado desprezo pela condição de mulher. A lei que instituiu o dispositivo foi sancionada em março de 2015.

No ano passado, foram 1,46 mil vítimas desse tipo de crime no Brasil, o que representa uma taxa de 1,4 mortes para cada grupo de 100 mil mulheres. O número apresenta um crescimento de 1,6% em relação a 2022.

No Distrito Federal, houve crescimento de 78,9% nos feminicídios de 2022 para 2023, chegando a 34 casos no ano passado. Com a alta, a taxa chegou a 2,3 mortes para cada 100 mil mulheres.

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Quem é Zuleika Lopes

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