Barulhos e som alto são campeões de reclamações no Brasília Ambiental

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A Ouvidoria do Instituto Brasília Ambiental atendeu 2.504 demandas no primeiro semestre de 2021. A área mais demandada foi a diretoria de Combate à Poluição Sonora da Superintendência de Monitoramento e Fiscalização (Sufam) do Instituto, com 858, ou seja, mais de um terço das manifestações. No Guará, vizinhos pouco se entendem a respeito do assunto. No início do ano houve até facadas entre vizinhos na QE 38, em frente a UBS03, no Guará II. No final de semana, no Guará I, um morador de um prédio postou nas redes sociais um vídeo ao amanhecer do dia, de um som alto vindo de um carro estacionado em frente ao seu edifício. Vou procurar o vídeo para postar aqui.

No total, chegaram à Ouvidoria 2.187 reclamações; 237 solicitações; 31 elogios; 24 informações e 22 sugestões. O canal mais usado foi a internet, seguido do telefone e da Ouvidoria Itinerante, projeto que começou em maio, pela Região Administrativa de Águas Claras, e terá ações trimestrais – a próxima será em setembro, na Asa Norte.

“Conversamos com os moradores, entregamos panfletos informativos, educacionais, principalmente sobre poluição sonora, porque é a demanda de maior incidência no órgão. Fizemos quatro atendimentos de solicitações e distribuímos 52 folders. A receptividade da população foi muito boa”, conta o ouvidor do Instituto, Alan Ferreira.

Um ponto positivo no balanço da Ouvidora relativo ao primeiro semestre foi o aumento de 140% no nível de resolutividade das demandas desde o começo do ano. Em janeiro esse índice foi era de 17%, em junho foi de 41%.

Alan Ferreira ressalta que existe grande esforço institucional com o objetivo de aumentar os índices de resolutividade da autarquia e o foco para o restante do ano é melhorar, ainda mais, esses níveis de resolutividade.

“Almejamos alcançar o previsto pela Ouvidoria Geral do GDF, que é 45%. Já alcançamos uma média semestral de 22%. Nosso objetivo é otimizar a prestação de serviço da Ouvidoria e dar uma satisfação mais eficiente e rápida aos brasilienses.”

Para ele, o caminho para isso é estabelecer um relacionamento mais de perto com relação ao tratamento das demandas, prazos, qualidade de respostas, “no sentido de promover respostas diretas, claras, com linguagem simples, que facilitasse o entendimento do cidadão.”

*Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Quem é Zuleika Lopes

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