Núcleos de violência da Região Centro-Sul participam de várias ações de alerta com as redes sociais

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O mês de maio será todo tomado por ações de conscientização contra a violência sexual e exploração de crianças e adolescentes da Região Centro Sul de Saúde, que compreende as regiões administrativas do Guará, Estrutural, Riacho Fundo I e II, Candangolânia,ParkWay e Núcleo Bandeirante. E foi lindo de ver a mobilização da saúde em conjunto com as redes sociais locais. Profissionais da saúde, crianças, adolescentes, jovens, professores, orientadores, comunidade em geral fizeram bonito na manhã da última quarta-feira, 18 de maio, data nacional contra a exploração sexual de crianças e adolescentes, quando retornaram às ruas com cartazes e faixas de protestos com alertas à população.

Na Estrutural ,a união da rede social local propiciou uma passeata de encher os olhos

Antes das caminhadas, a Rede Pública de Ensino entra com todo o preparo dentro da saula de aula, no intuito de ensinar às crianças o que é uma violência sexual e as formas de exploração infantil. No Guará, teremos ações no dia 27 de maio com uma caminhada da CRE-Guará e o 1º Encontro de Construção do Fluxo de Serviços para Criança e Adolescente, dia 31/05, no CRAS Guará, das 14 às 18 horas, que se encontra com inscrições abertas no link:

https://forms.gle/JbxdFhHLecNBKGED6

A alegria de voltar às ruas estava nos rostos de jovens e adultos na luta por uma causa justa

Na Região Centro-Sul de Saúde, existe o NUPAV-Núcleo de Prevenção e Asssistência a Situações de Violência, coordenado pela psicóloga Aline de Melo Soares, que abrange dois Centros de Especialidades Para Atenção às Pessoas em Situação de Violência Sexual,Familiar e Doméstica, CEPAV, o Alfazema, fica na Policlínica do Núcleo Bandeirante e o Primavera, que funciona dentro da Policlínica do Hospital do Guará. Todas as pessoas em situação de violência sexual,familiar e doméstica, podem recorrer a estes centros.

O frio não foi desculpa para ficar em casa e perder a caminhada no Riacho Fundo

Onde se pode denunciar os casos de crianças/adolescentes em violência sexual? Nos Cras,nos conselhos tutelares, no Ministério Público, UBS, nas escolas, nas delegacias e, principalmente, o Disque 100.

Lutar foi a palavra de ordem contra a violência sexual infantil no Riacho Fundo

Aconteceram caminhadas no Riacho Fundo I e na Estrutural, que tomaram às ruas de muita alegria e vontade de aquecer corações e mentes. Participaram profissionais da Saúde, CREAS,CRAS, Conselhos Tutelares e escolas públicas.

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Quem é Zuleika Lopes

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