Paranoá recebe feira cultural sobre o Cerrado e os povos tradicionais entre os dias 1º e 4 de julho

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Visitantes têm a chance de conhecer histórias e tradições por meio de exposições, oficinas, rodas de conversa e apresentações culturais

De 1º a 4 de julho, a Praça Central do Paranoá se transforma em um espaço de celebração e conhecimento com a chegada do projeto Cerrado Vivo. A iniciativa, que reúne cultura popular, educação ambiental e valorização das comunidades tradicionais, convida o público para uma experiência gratuita que mergulha nas raízes do bioma Cerrado.

Promovido pelo Instituto Arvoredo com apoio do Ministério da Cultura, o Cerrado Vivo percorre o Distrito Federal com a missão de destacar a importância de preservar o segundo maior bioma do Brasil, e também um dos mais ameaçados. Além disso, o projeto dá voz e visibilidade a povos que há séculos convivem em harmonia com a natureza, como indígenas, quilombolas e ribeirinhos.

Durante os quatro dias de programação, os visitantes têm a chance de conhecer histórias, tradições e práticas ancestrais por meio de exposições, oficinas, rodas de conversa e apresentações culturais. Estudantes da rede pública da região, grupos da terceira idade e associações também participam das atividades, num convite à escuta ativa e ao respeito pelas diferentes formas de viver e cuidar da terra.

O evento traz uma sequência de palestras com temas essenciais para a valorização cultural e ambiental do Cerrado.

Veja os destaques:

Veja os destaques:

9h30 – Conexão ancestral: saberes e tradições dos povos indígenas do Cerrado
10h30 – Cerrado e sustentabilidade: práticas tradicionais dos quilombolas
14h30 – Medicina da terra: plantas medicinais e conhecimento tradicional do Cerrado
15h30 – Cultura, resistência e identidade: a vida dos povos tradicionais no Cerrado moderno

Aurora Ribeiro, aposentada e moradora de Brazlândia, participou de uma das edições anteriores e compartilhou sua experiência:

“É algo que toca a gente. Ver o cuidado que esses povos têm com a terra e aprender com eles faz a gente repensar muita coisa. Um evento como esse muda o olhar da gente sobre o mundo.”

Antes de chegar ao Paranoá, o projeto passou por Samambaia, Ceilândia, Brazlândia e Sol Nascente. Nos próximos dias, o Cerrado Vivo seguirá por outras regiões do Distrito Federal, incluindo Planaltina, Santa Maria, São Sebastião e Núcleo Bandeirante. A jornada se encerra com uma edição especial no coração de Brasília, entre o Museu Nacional e a Biblioteca Nacional.

Com expectativa de alcançar mais de 30 mil pessoas, o Cerrado Vivo se firma como um movimento de valorização da cultura popular e promoção da consciência ambiental em todo o DF.

Serviço
Cerrado Vivo – Praça Central do Paranoá
Data: de 1º a 4 de julho
Horário: das 9h às 18h
Entrada gratuita
Realização: Instituto Arvoredo
Fomento: Ministério da Cultura
Apoio: Administração Regional do Paranoá

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Quem é Zuleika Lopes

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