Retorno às aulas no Maranhão é suspenso enquanto no DF alunos voltam presencialmente

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Em 48 horas, três escolas particulares no Maranhão suspenderam às aulas presenciais após aumento de casos de Covid-19. Em dois meses, sete escolas da capital maranhense fecharam após alunos, professores e colaboradores testarem positivo para a doença.

Com o retorno das aulas nas escolas particulares no Distrito Federal, na manhã desta segunda-feira,21/9, todo cuidado é pouco. Especialistas aconselham a quem puder, deixar os filhos em casa por aulas remotas. O Colégio Militar de Brasília também terá retorno presencial, por ordem expressa do Exército Brasileiro.

O Exército ressalta que haverá postos de triagens na entrada das ecolas, com álcool em gel, e equipamentos para aferição de temperatura e que as salas de aulas foram adequadas para atender ás normas de sanitização. Além disso, afirma que os alunos estão sendo conscientizados para o cumprimento dos procedimentos de higienização

“As instalações estão desinfectadas e são organizadas de forma que mantenham a distância mínima de 1,5 metros entre as pessoas. As portas e janelas das salas de aula permanecerão abertas durante o seu uso, possibilitando a ventilação e a circulação de ar”, acrescenta.

A Rede Pública continua sem data para retorno. Na última semana foi liberado o acesso gratuito de alunos e professores na plataforma do Google sala de aula, para quem possui os chips das operadoras TIM ou Claro. Os aparelhos devem ser do sistema operacional android.

Sinproep-DF

No domingo (13) o Juiz do Trabalho Titular da 6ª Vara do Trabalho de Brasília – DF, do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª região, Dr. Antônio Umberto de Souza Junior, proferiu sentença na Ação Civil Pública impetrada pelo MPT, por solicitação do Sinproep-DF, que estabelece normas protetivas para o retorno às aulas presenciais das escolas particulares da Educação Básica do DF.

Respeitamos a decisão da Justiça, embora as propostas iniciais do Sindicato não tenham sido totalmente contempladas, no que diz respeito ao calendário e as formas de proteção à saúde e a vida dos profissionais da educação privada, conseguimos, adiar ao máximo, o retorno às aulas presenciais que, pelo Decreto do governador Ibaneis Rocha e das propostas do Sinepe-DF, já teriam começado no mês de julho.

O resultado foi uma vitória do Sinproep-DF e da mobilização da categoria, que defendeu o direito à saúde e a vida, de forma aguerrida, participando ativamente das redes sociais, atendendo o chamamento do Sindicato.

Agora, com a volta às aulas presenciais, a nossa luta será exigir que as escolas cumpram à risca as medidas protetivas determinadas pela Justiça do Trabalho, denunciando ao Sindicato e ao Ministério Público, qualquer tentativa de burlar a decisão judicial.

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