A Dengue não tira férias!!

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Por Mayara Franco

Começa o período de chuvas e esses mosquitinhos começam a proliferar. Tudo por descuido e falta de atenção das pessoas, que costumam fazer vista grossa ou não se preocupam com a gravidade da doença. 
A má notícia é que cresce os números de pessoas infectadas e esses números podem dobrar se os devidos cuidados não ocorrerem. Em janeiro conforme anunciado pela secretaria de saúde foram mais de 1400 casos no DF. O que não sabemos é que o vírus acaba sofrendo mutações com o passar do tempo e ficando mais resistente. Por isso o alerta!!!
 A dengue é uma doença febril grave causada por um arbovírus. Arbovírus são vírus transmitidos por picadas de insetos, especialmente os mosquitos. Existem quatro tipos de vírus de dengue (sorotipos 1, 2, 3 e 4). Cada pessoa pode ter os 4 sorotipos da doença, mas a infecção por um sorotipo gera imunidade permanente para ele. 
O transmissor (vetor) da dengue é o mosquito Aedes Aegypti, que precisa de água parada para se proliferar. O período do ano com maior transmissão são os meses mais chuvosos de cada região, é importante manter a higiene e evitar água parada todos os dias, porque os ovos do mosquito podem sobreviver por um ano “pasmem” até encontrar as melhores condições para se desenvolver. 
Todas as faixas etárias são igualmente suscetíveis, porém as pessoas mais velhas têm maior risco de desenvolver dengue grave e outras complicações que podem levar à morte. 
O risco de gravidade e morte aumenta quando a pessoa tem alguma doença crônica, como diabetes e hipertensão, mesmo tratada.
Os principais sintomas da dengue são:

• Febre alta > 38.5ºC.

• Dores musculares intensas.

• Dor ao movimentar os olhos.

• Mal estar.

• Falta de apetite.

• Dor de cabeça.

• Manchas vermelhas no corpo.

A dengue grave (hemorrágica) pode levar até a morte. Normalmente, a primeira manifestação da dengue é a febre alta (39° a 40°C), de início abrupto, que geralmente dura de 2 a 7 dias, acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações, além de prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção e coceira na pele. Perda de peso, náuseas e vômitos são comuns. Em alguns casos também apresenta manchas vermelhas na pele.

DENGUE: Riscos e cuidados durante a gravidez.
As grávidas precisam redobrar os cuidados quando diagnosticadas com dengue. A imunidade da gestante é naturalmente mais baixa, já que seu sistema imunológico sofre diversas modificações ao longo dos nove meses, e isso pode favorecer o desenvolvimento de complicações. Além disso, o diagnóstico pode ser retardado, já que em alguns casos é confundido com sintomas típicos da gestação, como perda sanguínea vaginal, que pode ser um sinal de evolução da dengue para o quadro hemorrágico.Nos casos em que a dengue evolui para a forma hemorrágica, o número de plaquetas da gestante diminui, e os riscos de hemorragia aumentam. Esse quadro estimula deslocamentos placentários e hemorragias que, se não controlados, podem levar à interrupção da gravidez.Para se prevenir, a gravidinha pode e deve usar repelentes naturais, como a citronela, e os industrializados. Eles são considerados seguros e, aliados à eliminação dos focos dos mosquitos, podem diminuir a exposição e riscos de infecção da doença.


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