Lei sancionada pela governadora Celina Leão valoriza a importância histórica, social e cultural de um dos espaços mais tradicionais de Brasília
A Feira do Guará passou a integrar oficialmente o patrimônio cultural imaterial do Distrito Federal. O reconhecimento foi estabelecido pela Lei nº 7.900, sancionada pela governadora Celina Leão e publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) de segunda-feira (8).
De autoria do deputado distrital Ricardo Vale, a norma reconhece a relevância da feira para a identidade cultural de Brasília, consolidada ao longo de décadas como um dos principais espaços de convivência, comércio e gastronomia da capital.

O título de Patrimônio Cultural Imaterial é concedido a bens e manifestações que representam a memória, os costumes, os saberes e as tradições de uma comunidade. Diferentemente do patrimônio material, que protege edificações e monumentos, o reconhecimento imaterial valoriza práticas culturais e espaços que contribuem para a formação da identidade coletiva da população.
Fundada na década de 1960, a Feira do Guará tornou-se referência para moradores e visitantes, reunindo comércio popular, artesanato, produtos regionais e opções gastronômicas que fazem parte da história da cidade.

“Associação do Comércio Varejista dos Feirantes da Feira do Guará, a ASCOFEG, manifesta profundo agradecimento à Câmara Legislativa do Distrito Federal, e em especial, ao deputado Ricardo Vale, autor da lei. A Feira do Guará representa mais que um comércio e sim uma lenda viva da cidade, o reconhecimento institucional é mais que merecido, que impacta diretamente 600 famílias de feirantes e indiretamnete 1500. Que ao longo de mais de 5 décadas construiu sua permanência com resiliência e determinação. Um patrimônio genuinamente brasiliense, que faz parte da memória popular. Um espaço vivo, de convivência, cultura, trabalho e pertencimento dos moradores do Guará, comemora Valdinei Vasconcelos.
*Com informações da Agência Brasília










