Você sabia que pode perder a marca da sua empresa?

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Por Felipe Bayma e Carlos Ribeiro

Muitos empresários acreditam que, ao registrar um CNPJ, criar um logotipo ou começar a usar um nome comercial, automaticamente passam a ser donos da marca. Esse é um dos erros mais comuns, e também um dos mais caros, do mundo empresarial.

A verdade é simples e direta: quem não registra a marca no INPI pode perdê-la a qualquer momento, mesmo após anos de uso, investimento em marketing e consolidação no mercado.

O que realmente garante a propriedade da marca?

No Brasil, a única forma de garantir a exclusividade legal de uma marca é por meio do registro junto ao INPI.

Sem esse registro, a marca não pertence juridicamente à empresa, ela está vulnerável.

Isso significa que:

•   Um terceiro pode registrar sua marca antes de você;

•   Você pode ser obrigado a parar de usar o nome da própria empresa;

•   Pode sofrer processos, indenizações e prejuízos à reputação;

•   Todo o investimento em branding pode ser perdido.

E o pior: isso acontece com empresas de todos os tamanhos, inclusive negócios consolidados.

“Mas eu uso essa marca há anos…”

Esse é outro mito perigoso.
O uso anterior não garante automaticamente o direito sobre a marca.

Na prática, o INPI adota o critério do “quem registra primeiro”, e não de quem usou primeiro.

Ou seja: tempo de mercado não substitui registro.

Por que registrar a marca com profissionais experientes?

Registrar uma marca não é apenas “preencher um formulário”. O processo envolve análise técnica, estratégia jurídica e conhecimento profundo da legislação de propriedade industrial.

Profissionais experientes atuam em pontos críticos, como:

•   Pesquisa prévia de viabilidade, evitando indeferimentos;

•   Enquadramento correto da classe de atividade;

•   Análise de riscos de colidência com marcas semelhantes;

•   Elaboração estratégica do pedido;

•   Acompanhamento de oposições e exigências do INPI;

•   Defesa da marca em casos de conflito.

Um erro nessa etapa pode resultar na perda definitiva do pedido, obrigando o empresário a recomeçar, ou pior, a abandonar a marca.

Marca registrada é ativo, não custo

Empresas que protegem suas marcas:

•   Valorizam o negócio;

•   Transmitem credibilidade ao mercado;

•   Facilitam expansão, franquias e parcerias;

•   Protegem o investimento em marketing;

•   Reduzem riscos jurídicos futuros.

A marca registrada se torna um ativo estratégico, que pode inclusive ser licenciado, vendido ou usado como diferencial competitivo.

Conclusão

Se você constrói um negócio sério, precisa proteger aquilo que o identifica no mercado.

Não registrar a marca é assumir um risco desnecessário, e muitas vezes irreversível.

Antes que outro registre por você, antes que um problema apareça, antes que todo um trabalho seja perdido, a pergunta é simples:

Sua marca está realmente protegida?

Registrar com profissionais experientes não é luxo.
É estratégia, segurança e visão de futuro.

Dr. Felipe Bayma é empresário e advogado, com forte atuação na defesa das empresas e condomínios; presidente do escritório Bayma Advocacia; mentor de advogados, presidente da Liga Internacional de Negócios; Presidente do Observatório Nacional de Direito Imobiliário; CEO da empresa Transcendi Treinamentos.
E-mail: bayma@bayma.adv.br
Instagram: bayma_advocacia
Telefone institucional: (61) 99610-4093
Carlos Ribeiro é palestrante, escritor, mentor, filmmaker executivo, Ceo da Connect Xperience, Ceo da Conexão Alphaville, Máster Practitioner em PNL
Instagram: @conexao_alphaville.1
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Quem é Zuleika Lopes

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