Fluminense: derrota anunciada

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Por Raimundo Ribeiro

Depois de beneficiar o adversário e se prejudicar, o Fluminense voltou a campo para enfrentar o Flamengo pelo maculado campeonato brasileiro.
Mal escalado (sem Savarino), com 2 minutos Acosta leva uma bolada na cabeça e tem que sair.
Era a chance de corrigir o erro na escalação colocando Savarino, mas zubeldia prefere colocar Ganso.
Aos 6 minutos Fábio erra um passe para Samuel Xavier, demora a voltar pro gol e o adversário faz 1×0.
É a velha e burra estratégia de optar por jogar no nosso campo defensivo.
A partir daí o Fluminense avança suas linhas, mas desorganizadamente em razão da alteração da forma de jogar (saída de Acosta), mas o que se torna bem visível é que entra em jogo a estratégia do conhecido soprador de apito marcando faltas inexistentes, não marcando as que acontecem, e não por coincidência contra o Fluminense e obediente como é, usa o apito para atingir seu objetivo.
A comprovar essa ardilosa atuação do soprador de apito, o fato de Arrascaeta dar uma cotovelada em Samuel Xavier na frente do soprador de apito que sequer marca a falta.
Todos esses fatos geram nervosismo nos jogadores do Fluminense, que passam a errar passes e até escorregar com a bola dominada.
Tudo isso acontece porque o Fluminense permitiu que assumisse o comando do clube um bando de infiltrados que lá estão para defender os interesses do adversário, nunca do clube que deveriam dirigir com honestidade.
Estamos tendo uma aula de como se ganha uma partida de futebol com o apito, parecendo que são apenas “erros” inofensivos.
No final do primeiro tempo se percebe que não é só o soprador de apito que joga no time adversário, mas também os levantadores de pau, conhecidos como bandeirinhas.
Voltamos para o segundo tempo e aos 5 minutos num cruzamento aéreo(mais um) o adversário faz 2×0, em mais uma falha de Samuel Xavier e Fábio.
O nervosismo dos nossos jogadores é visível cometendo erros primários.
Mesmo tendo uma péssima atuação, aos 15 minutos Serna desperdiça ótima oportunidade.
Aos 19 minutos entram Castillo e Savarino, saindo Martinelli e JK.
A partir daí, mesmo desorganizado o Fluminense passa a encurralar o adversário e vai desperdiçando chances.
Aos 21 minutos é Castillo que desperdiça.
Aos 30 minutos, pênalti que o soprador do apito não marcou, mas foi surpreendido com a sequência da jogada e Savarino diminui sem que o soprador possa fazer nada.
Aos 34 minutos Savarino perde a oportunidade de empatar.
Aos 40 minutos entram Guga e Arana, saindo Samuel Xavier e Renê.
Aos 41 minutos Castillo perde oportunidade incrível.
Aos 52 minutos Castillo perde a última oportunidade.
Falando um pouco de futebol, o Fluminense fez um péssimo primeiro tempo, óbvio que pela saída de Acosta e a atuação dos sopradores de apito, o que impacta na atuação do time, e um segundo tempo voluntarioso, encurralando o adversário após a entrada de Savarino, mas esta derrota não aconteceu em campo; aconteceu quando a diretoria, comprovando sua submissão vassala aos interesses do adversário se esforçou para adiar a partida de sábado para domingo sem nenhuma razão e infringindo a lei (estatuto do torcedor), aliado ao fato já rotineiro, de aceitar Raphael Klaus como soprador de apito, consciente de que se trata de pessoa que sempre que é necessário beneficiar o sistema e prejudicar o Fluminense ele é o “escolhido”.
Além disso, é necessário que zubeldia pare de inventar e escale a equipe corretamente que é Fidélis na lateral direita, Arana na esquerda, Millan na zaga e Savarino como meia-atacante.
Que todos saibam que o Fluminense é sua torcida, e luta contra o adversário, contra os sopradores de apito, e também contra os infiltrados travestidos de dirigentes.
Na próxima quarta-feira as 21:30 horas voltaremos a campo para enfrentar o Rivadávia pela libertadores, em busca do reencontro com a vitória, apesar da diretoria de infiltrados e das arbitragens.
Melhor em campo: Savarino.
Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺🇭🇺
Raimundo Ribeiro
Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor

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Quem é Zuleika Lopes

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